quarta-feira, 31 de maio de 2017

Ninho do terror - 1988




Por Jason

Pequena cidade americana é invadida por baratas que espalham o terror. As baratas assassinas são fruto de uma experiência genética e destroem tudo o que encontram pela frente, depois de desenvolverem um gosto por carne humana e de animais vivos. Nesse contexto, uma garota, Elizabeth Johnson (Lisa Langlois) volta a essa cidade depois de quatro anos e reencontra seu pai amargurado como prefeito da cidade, Elias Johnson (Robert Lansing) e seu grande amor Richard Tarbell (Frank Luz) que se tornou xerife da cidade e namora uma dona de restaurante. O prefeito estava de conluio com a Intec, uma empresa que estava fazendo uma pesquisa alternativa para os pesticidas, criando uma barata que comeria outras e em seguida morreria. Mas as bichinhas viraram umas esfomeadas comendo tudo pela frente e fugiram, obviamente, do controle.

Pronto, esse é o mote para essa aberração da década de 80 que deve ter inspirado Guilhermo Del Toro a fazer sua podreira, Mutação, de 1997. O filme traz Robert Lansing ator de televisão que já havia trabalhado em Jornada nas Estrelas, e Além da Imaginação) e é uma adaptação de um livro, The Nest, de um obscuro escritor que usava o pseudônimo de Gregory A. Douglas, falecido em 2003 aos 93 anos de idade. A produção é de ninguém menos que da Concorde Pictures, de Roger Corman. No livro, o autor não poupa o leitor de cenas destruidoras como a de crianças atacadas por massas de baratas assassinas geneticamente modificadas que se comportam como cardumes de piranhas. 

No filme, as situações clichês se multiplicam na mesma proporção das criaturas, como a sequência em que a tia da personagem pede socorro enquanto é devorada por baratas mas a personagem não escuta por estar com fones de ouvido. A escolha para os efeitos sonoros das baratinhas é mais atormentadora do que o filme em si e qualquer pessoa poderia chegar a loucura se continuasse ouvindo o som que elas fazem por mais uma hora de filme. O filme fica melhor no terceiro ato, quando toda a podreira explode na cara do espectador com um hibrido de barata e gato zumbi e um personagem vira uma mistura de zumbi com barata gigante. Como não poderia deixar de ser, muito sangue falso, nojeiras de todas as formas, atuações porcas, uma trilha sonora terrível e uma direção precária fazem parte do composto. Arme seu detefon e dê o play nessa podreira!




Cotação: 0/5

Um comentário:

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